Motivo

Meu coração esta descompassado

Tudo por sua causa!

Mulher de sorriso lindo

Nariz tortinho

Olhos suaves e fortes

Risada gostosa

Alma branda

Linhas curvas

Pele lisa

Fogo forte

Quero te tocar

Sinto que estremeço

Quero você

Desejo-te

Quero te escutar

Quero conversar

Quero ouvir suas palavras pela eternidade

Pelo resto de minha vida

Minha paixão

Minha chama de vida

Meu motivo

Só meu

– Meu amor

– Nosso amor

Por: N.S

Anúncios

Nós, as ciumentas.

Nós, as ciumentas.

Se tu é como eu uma ciumenta assumida tu vai entender muito bem esse post, se tu não é e tem uma namorada assim, bom tente entender ela,  porque não é fácil ligar com isso.

Lá estão vocês, um casal tão fofo de mãos dadas caminhando pela rua, passa uma menina bonita que prende a atenção dela, o que acontece? TU SURTA! Calma, sapatão eu sou assim, eu surto também e nem adianta dizer isso né? Dizer pra ter calma nunca adianta, nem sei porque to te dizendo isso, mas enfim. Tu surta, vocês brigam, ela diz que não tem nada demais e tu vê tudo a mais do que realmente é.

Pois é, gurias… Quando a mosquinha dos ciúmes pica (opa, palavra nojenta e perigosa) esse coraçãozinho os surtos e as neuroses são inevitáveis, não é? Porque, por sorte tua e azar das outras, tu tem uma namorada tão fofa e perfeita que tu sabe que todas vão querer esse docinho pra si. MAAAAAAAAAAAAS ÓBVIO que tu não vai deixar te levarem ela, não é? É.

O ciúmes é algo que não podemos controlar, algo que surge assim como uma tsunami e poft, acaba com toda a fofura e trás a frieza, é uma droga né? Porque tu fica mais fria que o iceberg que matou o Jack (Eba, Rose solteira, vem cá sua linda!) com a tua guria, não é? E as vezes ela nem tem culpa de nada e tu acaba te magoando e magoando a ela também.

E ai tu me pergunta: E quando ela te provoca ciúmes? Sapatão, ela quer te ver surtada, é isso. E o que tu vai fazer? SURTAAAAAAAAAAAR e querer matar a vaca que ela ta dando trela só pra te enciumar, não é? É sim, não disfarça não que eu sei que tu vai fazer um escândalo digno das novelas mexicanas do Sbt, ou tu acha que eu não sei que vai? E ela vai amar, agora não me pergunta o porque, pois eu realmente não entendo. Vou dizer uma coisa, eu gosto que sintam ciúmes de mim e as vezes eu provoco, provoco, provoco e nem dá certo, sabe como é, né? Se tua guria ta segura contigo ela nem vai ter motivos pra sentir ciúmes, porque? Porque tu demonstra o teu amor o tempo todo, não adianta provocar que não vai adiantar, brejeira.

E quando tu é ciumenta demais, o que fazer? Bom, eu sugiro que tu te controle, não vai adiantar nada sair brigando com ela por nada, isso só vai machucar. Sabe o que é bom fazer? Tomar uns bons drinks, um chazinho, fazer um boneco de vodu com a foto daquela vaca que dá em cima da tua guria, queimar a foto dela, fazer macumba, socar a parede, isso tudo acaaaaaaaaalma muito, é uma boa sugestão. E se nada der certo, faz uma novena pra santa Rita de Cássia Eller e deu. Tudo passa.

E mais uma coisa, ciúmes nem sempre é sinal de insegurança, sapas! Se ela sente ciúmes nem sempre é porque tu não passa segurança pra ela, sabe? Ela só sente e pronto. Não se desespere.E tu, ciumenta. Tenha calma, relaxa, se ela ta contigo com certeza é por amor e não é por qualquer pessoa que ela vai te deixar.

Vinculadas

Retornando para meu quarto, ela me cercou. -Dengo.- chamou-me pelo apelido, me cutucando.
-Oi.- respondi abrindo a porta do quarto, não me atrevendo olhar em sua direção. Enquanto eu fazia o maior esforço para que meu corpo entrasse rapidamente no quarto e fechasse a porta. Mais quando eu mais precisava nenhum dos meus músculos funcionavam conforme eu exigia. Ela entrou, e eu tranquei a porta.
Oh Deus, o perfume dela… O perfume mais agradável que já me tinha entrado pelo nariz. O cheiro dissipou-se pelo quarto. “Agora é sua chance.” O coração gritou no peito, enchendo meu corpo de entusiasmo. Atravessei o quarto tão rápido que nem se quer senti meus pés ou o chão. “Vamos. Diga para ela sair do quarto.” Ordenei minha boca, mais nada saiu além de um suspiro. Deus, eu não posso ficar sozinha com ela. Eu não consigo.
Ela chegou perto de mim. Ouve uma louca agitação dentro de mim. Ela segurou minhas mãos. Ela me puxou para sentarmos na cama. “Sem duvida esse é o momento certo.” Meu coração sussurrou no peito, latejando de dor. Não que eu me preocupasse com a dor. Se for preciso suporto tudo que for necessário para protegê-la…
-Está tudo bem?- ela perguntou. Eu não sabia que podia ser tão doloroso assim… Mentir mais uma vez sobre estar bem. Achei que me afastar resolveria completamente o problema, mas, com certeza, não me ajudou em nada. Queria me jogar nos braços dela e gritar: ‘Não, amor. Nada fica bem longe de você.’ Ela apertou minhas mãos, me olhando quase sem piscar. Aquele olhar matava-me, machucava-me. Não podia mentir para ela. Isso dói. Dói.
-Dói tanto…- eu disse sem querer. Deus. Maldita boca… Porque repetira as palavras do meu pensamento? Seus olhos eram penetrantes. Em quanto olhava para mim. Afastou os cabelos dos meus olhos e disse:
– Vou cuidar de você. – ela sorriu gentilmente. Fiquei tão à mercê da resposta. Perguntei-me milhões de vezes se eu tinha ouvido certo. Meu coração saltava no peito de alegria. –Mais o que dói?- perguntou-me. O que eu responderia? Fiquei calada, ela continuou esperando. “Não seja tola. Diga a ela. É a solução para nos duas.” Abri a boca, mais dispensei à tentativa.
-Tudo bem. Não precisa me dizer nada. Eu sei o que é.- aquele sorriso assanhado e lerdo surgiu no canto da boca. Eu corei. Ela realmente sabia. Eu queria negar, mais era difícil mentir, ou enganá-la. O fato é que eu a amava e a queria. -Podia ter me falado.- ela disse.
Embora eu lutasse por ar, minha voz saiu forte. –Eu ia falar o quê?-
-Eu podia curá-la.- a voz dela baixou até se converter em um sussurro.
-Que confusão isso daria para nós duas…- eu disse.
-Não sei.-
-Então foi melhor assim.-
-Creio que não. Eu podia aliviá-la!- ela sorriu novamente.
-Poderíamos ser expulsas, ou, sei lá mais o quê.- soltei suas mãos.
-A possibilidade de nos pegar é praticamente nula.- ela se aproximou mais.
-“Praticamente” não é o suficiente. – respirei fundo umas duas vezes. Ela aproximou-se da minha boca. – Isso é errado e você sabe, não é? Não podemos fazer isso, e si…- pelo menos dentro do colégio era.
-Fique quieta, Dengo.- disse ela freneticamente. Com uma careta, dei-me conta de que ela mordia os lábios inferiores com força. Eu esfreguei as pernas da calça para não os lamber-la e beijá-la naquele momento. “Relaxa… sua imbecil…” respirei profundamente. Quando ela me tocou levemente os lábios, meu corpo estremeceu, emanando uma explosão no meu peito. Eu queria parar de pensar sobre tirar sua roupa e fazer amor com ela. “Tire as roupas dela e a cubra com o seu corpo.” Pensei.
Eu estava me agarrando a ela tão desesperadamente, imaginando o que ela sentia por dentro. Ela acariciou meu cabelo esparramado nas curvas do meu pescoço e ombro. Contemplei-lhe os olhos vidrados em mim, e tive uma crise de consciência.
Quando eu levantei, ela me puxou e me colocou sobre a cama. – Shhh…calma.- sussurrou-me, subindo na cama. Em cima de mim. Praguejando, deixei de lado minhas estúpidas preocupações e concentrei-me na Antônia.
Uma onda de beijos cortou o ar. Desta vez, me inclinei e lhe lambi os lábios. O sabor, e os movimentos frenéticos da sua língua, fizeram-me estremecer. Eu observei suas roupas por um momento e logo as arranquei de seu corpo desesperadamente. Virei ela sobre a cama, deitando-me sobre seu corpo. Ela estava tão magnífica sobre o lençol, as faces coradas, os lábios entreabertos, a pele iluminada. Eu a beijei. Só que mais quente. Mais selvagem. Fora de controle. Ela também arrancou minhas roupas, ânsiosa.
Quando nossas peles nuas se roçaram, eu gemi e ela mordeu os lábios de novo. Há explorei com a língua, com os lábios. Há aspirei ferozmente. Eu queria sua boca, sua boca… Eu a queria toda. Senti seus beijos para sempre não me parecia o suficiente. Nossos corpos balançavam-se juntos.
As pernas dela se apertaram em mim, e eu tive de separá-las quase a força, quando deslizei minha mão em suas lisas coxas e toquei suas delicadas partes intimas. Mantendo-a assim com as minhas próprias coxas. Só então me dei conta da umidade onde estava tocando. As mãos dela subiram minhas costelas até os seios, onde traçou círculos. A sensação subiu pela minha espinha e cravou em minha nuca. Meu corpo quase foi erguido, como se mãos invisíveis estivesse empurrando-me pelo peito. Deitei-me de novo sobre seu corpo. Cara, amaria fazer aquilo o dia inteiro. Ela gemeu e arqueou-se.
Que loucura era aquela de estar tão ansiosa por mais, quando a consequência para nós seria tão terrível? Dei-lhe vários orgasmos. Ela gemia e parecia se tornar momentaneamente incapacitada, com o corpo latejando. Quando estava pronta para dar-lhe mais daquilo, ela girou-me deitando na cama. Os seios turgidos, os bicos muito vermelhos… Linda. Irresistível. Ela me tocou e eu fiquei quase cega. Ela sussurrou algo, mais eu passei do ponto de não a ouvir. Eu queria me contorcer sem parar, ela teve que usar a força para me manter no lugar, empurrando, e me pressionado contra o colchão com o corpo. Veio-me grandes ondas, derramando-me, enchendo-me. Meus olhos permaneceram fechados por segundo, minha respiração era uniforme, mais a sensação ainda permanecia ardente em mim. Aquilo fizera me sentir… bem. Bem? Não, isso não serviria como definição. Fizera-me sentir… viva. Ela montou-me, encarando-me. A calma no quarto, no corpo dela, chegou a ser desconfortante. Movi a mão da coxa para a parte inferior de seu seio, e acariciei-lhe o mamilo com o dedo indicador.
Quando ela se mexeu um pouquinho e suas partes íntimas roçaram as minhas, não espantei que me invadisse o impulso de possuí-la novamente. Sou insaciável? Inclinei-me para ver-lhe o corpo. Perfeito. Analisei detalhadamente com as pontas do meu dedo. Por um momento senti que estivesse quebrando alguma regra, mas ela gemeu suavemente, e eu não resisti. Eu abri um sorriso satisfeito. Ela fechou os olhos, com uma careta, e apertou-me o seio com a palma da mão. Ela fez leves movimentos encima de mim. Aquilo era bastante agradável. A sensação fervia todo meu corpo e a me fazia imaginar Antônia revirando-me a cabeça novamente; nós duas fazendo sexo. Recordei com nitidez a sensação de tela por baixo de mim. As imagens em minha mente fluíam com facilidade, cada carinha linda, gemido, cada parte do seu corpo…
Nós começamos a arfar. Ela abaixou o rosto, repousando os lábios nos meus. Entreabrimos os lábios. Meu corpo ondulou, e meus quadris se moveram para cima. Um calafrio percorreu-me a espinha. Enquanto o sangue subia-me a face, olhei para ela. Ela sorriu e acariciou-me a face. Senti-me uma bobalhona ansiosa, mais curiosamente incapaz de parar. Deslizai a mão lentamente pela sua barriga macia e sem pelos. Espasmos de prazer começaram a fluir por todo meu corpo. Deus… Tela ali me excitava. Fixei-me em seus olhos. Perdi-me neles. Afoguei-me neles.
O olhar dela era tão encantador, brilhando sobre mim com carinho, como se me embalasse nos braços. Olhei-lhe os lábios. Os seios. A barriga… O desejo cresceu em mim exponencialmente, explodindo de tal forma que cada centímetro do meu corpo sentia uma tensão erótica. Os olhos dela se desviaram para baixo ela mordeu os lábios inferiores. Ela me beijou e um gemido escapou de sua garganta. Moveu a mão rapidamente em mim. Um segundo depois eu enlouqueci. Gemi enquanto minha cabeça golpeava o travesseiro e minhas costas se arqueavam. Golfadas quente atingiram-me o peito e a barriga, isso se prosseguiu ainda por um tempo enquanto ela me tocava. Ela só parou quando segurei sua mão. Eu estava muito sensível para ser tocada. Eu ainda respirava com dificuldade e minha cabeça ainda girava quando a puxei para beijá-la.
Deitei-a sobre a cama. Aproximei a boca da sua orelha, ela se arrepiou, respirei fundo, e soltei o ar devagar, e fiquei ali, abraçada juntinho ao corpo dela. Tracei beijinhos no pescoço dela, enquanto minhas mãos sujeitavam-lhe suas coxas. Fiquei tocando-lhe vagarosamente, intensamente. Eu prolonguei o máximo o seu orgasmo, mantendo-a naquele estado como se eu estivesse desesperada para que aquilo não terminasse.

Autora:  Anna Karoline

Saiba mais sobre  Anna Karoline CLIQUE AQUI

copyright© – Todos os direitos reservados
Plagio é crime e está previsto. no artigo 184 do código penal.

Quando você se descobre… Lésbica!

Conversei com muitas garotas que mantinham muitas dúvidas dentro si sobre suas vontades e desejos por outras pessoas, no caso outras meninas, algumas outras muito decididas. Algumas muito novas e outras mais velhas.

Pensei comigo sobre o que eu senti no primeiro momento e comparei com as histórias que ouvi: A partir do momento em que você começa a sentir-se diferente das outras garotas (ou igual a sua amiga com tendências homossexuais), muitas emoções lhe invadem: confusão, dúvida, medo, vergonha, recusa, desespero. Não importa por quanto tempo você sinta isso, mas uma hora sente.  

Perguntas surgem, tais como: “eu devo me assumir agora?” “eu devo contar aos meus pais?” “EU TENHO ALGUM PROBLEMA?”.

Preocupo-me com a falta de atenção que recebemos quando saímos de nossos armários, o desprezo e a decepção nos olhos das pessoas que esperávamos apoio.

Sorte daquelas que já se entendem um pouco mais, daquelas mais desimpedidas, porque não é fácil quando se sabe que uma hora o mundo vai saber e o que vão dizer e sorte daquelas que não se importam com a opinião alheia.

Antes de mais nada: aceite-se! Antes de pensar em qualquer coisa: acostume-se com essa ideia, de que seu caminho vai mudar, seus sonhos pré-planejados… Aqueles de antes de você se descobrir não serão mais os mesmos. E depois quando conseguir forças suficientes, ou pelo menos, achar que chegou a hora certa, mostre ao mundo quem você é e em hipótese alguma, envergonhe-se. A culpa não é sua, não há porque se isolar e isolar o mundo de você.

 Tempos difíceis não são eternos, tempos bons também não!

Todos tem seu tempo, repire e sinta-o chegar!

 SER MULHER É INCRÍVEL, AMAR OUTRA MULHER… É MÁGICO!

Por: Flora Beatriz