Tensões e conflitos de um Fim

Vida de sapatão não é nada fácil, principalmente quando o assunto é ”fim de relacionamento”, na maioria dos casos fica difícil  sair  ilesa, geralmente uma das partes ainda gosta, e quando rola uma traição?! A sapa pira!Foi mulher, amiga, confidente, companheira e de repete se depara com ”acabou”, ”Você é especial mas…”, sem  falar quando a cabeça da pobre amiga do brejo é enfeitada, sapa sofredora, só no sofrimento…

Vamos analisar as situações,se ela colocou as cartas na mesa, vai doer, porém olhe pelo lado positivo da coisa,  ela foi honesta,  foi sincera, jogou limpo, e quando amamos uma sapa e de repente somos contempladas com um belo par de antenas, nesse caso quem tem o crânio enfeitado é sempre a ultima a saber, fim de relacionamento não deveria existir, isso frusta a mente de qualquer ser mortal.

Pior mesmo é quando enchemos a cara para afogar as mágoas no primeiro bar que aparece, choramos, sofremos, saímos com os amigos, ficamos com outra ou outras (Dependendo da sapatão, é claro!Rs…), mesmo com tudo isso não conseguimos tirar a bendita sapa da cabeça, aquele sentimento ainda te consome como uma praga consumindo uma lavoura.  Oh minha santa caminhoneira das estradas virgens! Nem com reza braba você consegue esquecer essa mulher!

O que fazer amiga do brejo?! Eis a questão!

Quem que nunca passou por essa situação que atire a primeira pedra, pense e reflita em tudo que rolou entre vocês, independente se rolou traição, se esse sentimento  existe e você sofre com ausência dessa sapa, não abra espaço para  o orgulho, vá a luta independente de quem errou, deixe as magoas de lado e de espaço para o amor, mesmo se ela terminou com você reconquiste-a e reinvente, lembre-se respeite o espaço dela sem exageros para a sapa não se sentir sufocada, essa vida é um risco e devemos ariscar, ainda mais quando se trata de sentimento.
E viva o amor! Rs…

Por:  Lú Vieira

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Vinculadas

Retornando para meu quarto, ela me cercou. -Dengo.- chamou-me pelo apelido, me cutucando.
-Oi.- respondi abrindo a porta do quarto, não me atrevendo olhar em sua direção. Enquanto eu fazia o maior esforço para que meu corpo entrasse rapidamente no quarto e fechasse a porta. Mais quando eu mais precisava nenhum dos meus músculos funcionavam conforme eu exigia. Ela entrou, e eu tranquei a porta.
Oh Deus, o perfume dela… O perfume mais agradável que já me tinha entrado pelo nariz. O cheiro dissipou-se pelo quarto. “Agora é sua chance.” O coração gritou no peito, enchendo meu corpo de entusiasmo. Atravessei o quarto tão rápido que nem se quer senti meus pés ou o chão. “Vamos. Diga para ela sair do quarto.” Ordenei minha boca, mais nada saiu além de um suspiro. Deus, eu não posso ficar sozinha com ela. Eu não consigo.
Ela chegou perto de mim. Ouve uma louca agitação dentro de mim. Ela segurou minhas mãos. Ela me puxou para sentarmos na cama. “Sem duvida esse é o momento certo.” Meu coração sussurrou no peito, latejando de dor. Não que eu me preocupasse com a dor. Se for preciso suporto tudo que for necessário para protegê-la…
-Está tudo bem?- ela perguntou. Eu não sabia que podia ser tão doloroso assim… Mentir mais uma vez sobre estar bem. Achei que me afastar resolveria completamente o problema, mas, com certeza, não me ajudou em nada. Queria me jogar nos braços dela e gritar: ‘Não, amor. Nada fica bem longe de você.’ Ela apertou minhas mãos, me olhando quase sem piscar. Aquele olhar matava-me, machucava-me. Não podia mentir para ela. Isso dói. Dói.
-Dói tanto…- eu disse sem querer. Deus. Maldita boca… Porque repetira as palavras do meu pensamento? Seus olhos eram penetrantes. Em quanto olhava para mim. Afastou os cabelos dos meus olhos e disse:
– Vou cuidar de você. – ela sorriu gentilmente. Fiquei tão à mercê da resposta. Perguntei-me milhões de vezes se eu tinha ouvido certo. Meu coração saltava no peito de alegria. –Mais o que dói?- perguntou-me. O que eu responderia? Fiquei calada, ela continuou esperando. “Não seja tola. Diga a ela. É a solução para nos duas.” Abri a boca, mais dispensei à tentativa.
-Tudo bem. Não precisa me dizer nada. Eu sei o que é.- aquele sorriso assanhado e lerdo surgiu no canto da boca. Eu corei. Ela realmente sabia. Eu queria negar, mais era difícil mentir, ou enganá-la. O fato é que eu a amava e a queria. -Podia ter me falado.- ela disse.
Embora eu lutasse por ar, minha voz saiu forte. –Eu ia falar o quê?-
-Eu podia curá-la.- a voz dela baixou até se converter em um sussurro.
-Que confusão isso daria para nós duas…- eu disse.
-Não sei.-
-Então foi melhor assim.-
-Creio que não. Eu podia aliviá-la!- ela sorriu novamente.
-Poderíamos ser expulsas, ou, sei lá mais o quê.- soltei suas mãos.
-A possibilidade de nos pegar é praticamente nula.- ela se aproximou mais.
-“Praticamente” não é o suficiente. – respirei fundo umas duas vezes. Ela aproximou-se da minha boca. – Isso é errado e você sabe, não é? Não podemos fazer isso, e si…- pelo menos dentro do colégio era.
-Fique quieta, Dengo.- disse ela freneticamente. Com uma careta, dei-me conta de que ela mordia os lábios inferiores com força. Eu esfreguei as pernas da calça para não os lamber-la e beijá-la naquele momento. “Relaxa… sua imbecil…” respirei profundamente. Quando ela me tocou levemente os lábios, meu corpo estremeceu, emanando uma explosão no meu peito. Eu queria parar de pensar sobre tirar sua roupa e fazer amor com ela. “Tire as roupas dela e a cubra com o seu corpo.” Pensei.
Eu estava me agarrando a ela tão desesperadamente, imaginando o que ela sentia por dentro. Ela acariciou meu cabelo esparramado nas curvas do meu pescoço e ombro. Contemplei-lhe os olhos vidrados em mim, e tive uma crise de consciência.
Quando eu levantei, ela me puxou e me colocou sobre a cama. – Shhh…calma.- sussurrou-me, subindo na cama. Em cima de mim. Praguejando, deixei de lado minhas estúpidas preocupações e concentrei-me na Antônia.
Uma onda de beijos cortou o ar. Desta vez, me inclinei e lhe lambi os lábios. O sabor, e os movimentos frenéticos da sua língua, fizeram-me estremecer. Eu observei suas roupas por um momento e logo as arranquei de seu corpo desesperadamente. Virei ela sobre a cama, deitando-me sobre seu corpo. Ela estava tão magnífica sobre o lençol, as faces coradas, os lábios entreabertos, a pele iluminada. Eu a beijei. Só que mais quente. Mais selvagem. Fora de controle. Ela também arrancou minhas roupas, ânsiosa.
Quando nossas peles nuas se roçaram, eu gemi e ela mordeu os lábios de novo. Há explorei com a língua, com os lábios. Há aspirei ferozmente. Eu queria sua boca, sua boca… Eu a queria toda. Senti seus beijos para sempre não me parecia o suficiente. Nossos corpos balançavam-se juntos.
As pernas dela se apertaram em mim, e eu tive de separá-las quase a força, quando deslizei minha mão em suas lisas coxas e toquei suas delicadas partes intimas. Mantendo-a assim com as minhas próprias coxas. Só então me dei conta da umidade onde estava tocando. As mãos dela subiram minhas costelas até os seios, onde traçou círculos. A sensação subiu pela minha espinha e cravou em minha nuca. Meu corpo quase foi erguido, como se mãos invisíveis estivesse empurrando-me pelo peito. Deitei-me de novo sobre seu corpo. Cara, amaria fazer aquilo o dia inteiro. Ela gemeu e arqueou-se.
Que loucura era aquela de estar tão ansiosa por mais, quando a consequência para nós seria tão terrível? Dei-lhe vários orgasmos. Ela gemia e parecia se tornar momentaneamente incapacitada, com o corpo latejando. Quando estava pronta para dar-lhe mais daquilo, ela girou-me deitando na cama. Os seios turgidos, os bicos muito vermelhos… Linda. Irresistível. Ela me tocou e eu fiquei quase cega. Ela sussurrou algo, mais eu passei do ponto de não a ouvir. Eu queria me contorcer sem parar, ela teve que usar a força para me manter no lugar, empurrando, e me pressionado contra o colchão com o corpo. Veio-me grandes ondas, derramando-me, enchendo-me. Meus olhos permaneceram fechados por segundo, minha respiração era uniforme, mais a sensação ainda permanecia ardente em mim. Aquilo fizera me sentir… bem. Bem? Não, isso não serviria como definição. Fizera-me sentir… viva. Ela montou-me, encarando-me. A calma no quarto, no corpo dela, chegou a ser desconfortante. Movi a mão da coxa para a parte inferior de seu seio, e acariciei-lhe o mamilo com o dedo indicador.
Quando ela se mexeu um pouquinho e suas partes íntimas roçaram as minhas, não espantei que me invadisse o impulso de possuí-la novamente. Sou insaciável? Inclinei-me para ver-lhe o corpo. Perfeito. Analisei detalhadamente com as pontas do meu dedo. Por um momento senti que estivesse quebrando alguma regra, mas ela gemeu suavemente, e eu não resisti. Eu abri um sorriso satisfeito. Ela fechou os olhos, com uma careta, e apertou-me o seio com a palma da mão. Ela fez leves movimentos encima de mim. Aquilo era bastante agradável. A sensação fervia todo meu corpo e a me fazia imaginar Antônia revirando-me a cabeça novamente; nós duas fazendo sexo. Recordei com nitidez a sensação de tela por baixo de mim. As imagens em minha mente fluíam com facilidade, cada carinha linda, gemido, cada parte do seu corpo…
Nós começamos a arfar. Ela abaixou o rosto, repousando os lábios nos meus. Entreabrimos os lábios. Meu corpo ondulou, e meus quadris se moveram para cima. Um calafrio percorreu-me a espinha. Enquanto o sangue subia-me a face, olhei para ela. Ela sorriu e acariciou-me a face. Senti-me uma bobalhona ansiosa, mais curiosamente incapaz de parar. Deslizai a mão lentamente pela sua barriga macia e sem pelos. Espasmos de prazer começaram a fluir por todo meu corpo. Deus… Tela ali me excitava. Fixei-me em seus olhos. Perdi-me neles. Afoguei-me neles.
O olhar dela era tão encantador, brilhando sobre mim com carinho, como se me embalasse nos braços. Olhei-lhe os lábios. Os seios. A barriga… O desejo cresceu em mim exponencialmente, explodindo de tal forma que cada centímetro do meu corpo sentia uma tensão erótica. Os olhos dela se desviaram para baixo ela mordeu os lábios inferiores. Ela me beijou e um gemido escapou de sua garganta. Moveu a mão rapidamente em mim. Um segundo depois eu enlouqueci. Gemi enquanto minha cabeça golpeava o travesseiro e minhas costas se arqueavam. Golfadas quente atingiram-me o peito e a barriga, isso se prosseguiu ainda por um tempo enquanto ela me tocava. Ela só parou quando segurei sua mão. Eu estava muito sensível para ser tocada. Eu ainda respirava com dificuldade e minha cabeça ainda girava quando a puxei para beijá-la.
Deitei-a sobre a cama. Aproximei a boca da sua orelha, ela se arrepiou, respirei fundo, e soltei o ar devagar, e fiquei ali, abraçada juntinho ao corpo dela. Tracei beijinhos no pescoço dela, enquanto minhas mãos sujeitavam-lhe suas coxas. Fiquei tocando-lhe vagarosamente, intensamente. Eu prolonguei o máximo o seu orgasmo, mantendo-a naquele estado como se eu estivesse desesperada para que aquilo não terminasse.

Autora:  Anna Karoline

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