Bissexualismo

Nem sempre seus interesses são iguais ao das outras pessoas.

Aquele carinha lindo que passa e te deixa de queixo caído ou aquela menina que não sai da sua cabeça, esses sentimentos deveriam vir em doses bem diferentes, mas e quando algo em você faz o corpo treme sem saber p/q tanto para um quanto para outro?

Nossa, que duvida!

Repito na minha cabeça muitas vezes.

– Onde estão meus modos, cadê tudo aquilo que mamãe me ensinou?

Só penso, “VOU FUGIR DISSO”!

Esquece, não tem como.

O fato é encarar, saber oque o momento está guardando pra você.

Mas com ele tudo bem, ninguém vai achar ruim, vai ser tudo normal.

Ops, e se meu coração manda sinais de que ela é a pessoa do momento?

Primeiro pensamento – Família – A minha jamais vai entender, como lidar então? Esconder ou encarar, as duas formas tem seus prós e contras.

CONTAR e ter um relacionamento mais aberto, poder sair sem se preocupar se alguém vai ver, morar junto sem causar constrangimento se alguém vai te visitar. Mas se a família não aceitar? Terá que haver uma decisão, enfrentar a família e assumir mesmo assim, encarar as consequências mesmo que te leve a uma vida bem diferente, sem apoio e com muitos olhares de reprovação. – Há, mas como vai ser bom se eles aceitarem minha opção. Muitas já aceitam.

ESCONDER desse eu gosto pelo simples friozinho que dá só de saber que tem algo proibido, mas perdemos espaço na sociedade, sair juntinho pra tomar um sorvete sem poder pegar na mão pra não causar um estresse é bem ruim. Seria o que se chama de duas vidas em uma para outra.

Então é só escolher, bem difícil né? Eu ainda prefiro a segunda opção e você?

Quer saber mais?

Tem duvidas?

Por:  Diamante de Sonhos

Fonte: http://diamantedesonhos.tumblr.com/

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Segredos íntimos

Fechei os olhos, respirei fundo sentindo o cheiro de sua pele, de seu hálito. Senti uma onda de atração e adrenalina que fez com que eu me esquecesse de onde estava por alguns segundos desconcertantes. Meu corpo tremia numa mistura de ansiedade e nervosismo.

Dessa vez eu não deixaria meu medo interferir no que eu tanto desejava.

Quando as sensações passaram, eu a beijei.

Meu coração começou a bater mais forte, e o ambiente girou ao meu redor. Apertei os olhos depois olhei diretamente para ela, que me observava atentamente com uma expressão de surpresa e especial satisfação.

De repente, percebi que eu estava inconsciente. Olhei inexpressivamente para ela. Ela abriu um lindo sorriso brilhante.

O resto da tarde que passamos longe uma da outra, eu senti a falta dela, ansiando o seu toque e contando os segundos até que pudesse encontrá-la mais tarde, como o combinado.

Eu sorri pensando que era exatamente aquilo que eu precisava naquele dia. Eu estava com a sensação de que não tinha nada a perder. Sentia-me tão bem, tão feliz. Perguntei-me o que era a felicidade. Naquele momento a felicidade parecia algo tão complexo, já que eu simplesmente não conseguia explicar o que estava sentindo por ela. Mais eu sei que é verdadeiro.

Fiquei pensando silenciosamente em todas as possibilidades até ela chegar.

-Oi… – ouvi sua voz. E procurei por ela. Vi o seu brilhoso cabelo loiro. Cumprimentava meus pais. Examinei as linhas em suas costas, sentindo uma ânsia súbita de abraçá-la e beijá-la. De enterrar meu rosto em seu pescoço e confessar-lhe todos os meus sentimentos.

O rosto dela se iluminou sem que ela sorrisse e começou a caminhar em minha direção. Eu esperei por ela.

Ela erra uma mulher, linda e loira. Toda sensual.

Olhei o movimento de seus quadris quando caminhava. Seus olhos quentes deslizaram sobre mim. Tinha uma postura impressionante. Os olhos impecáveis. Perfeitas pernas. O balanço perfeito do cabelo sobre o ombro.

Meu Deus, ela era realmente… Formosa. Eu estava ocupada, observando-a. Eu estava cativada. Uma adoração total a ela.

-Oi. – ela disse quando parou diante de mim. Ela me abraçou, e quando nos separamos ela fitou meus olhos.

-Oi… Tudo bem? – perguntei feliz. Esperei por sua resposta, encarando o ponto abaixo de seu lábio inferior e acima de seu queixo, querendo beijá-la nos lábios, cumprimentando-a. Sua resposta foi outro belo sorriso.

-Estou ótima. E você? – Disse ela contra meu ouvido. Sua voz era suave, quase acariciava meu ouvido. Meu Deus, ela cheirava muito bem. Um cheiro doce. Limpo. Fresco.

Naquele momento, minha ansiedade se converteu em algo quente. Peguei em sua mão e a levei até meu quarto. Seu sorriso se desintegrou e seus olhos se estreitaram.

Mordendo o lábio inferior, encostou-me na parede, se recostando totalmente contra mim. Minha respiração se acelerou. Eu sorri, cuidadosamente mantendo a boca fechada.

Ela aproximou-se e me beijou.

Rose. Aquele beijo.

A vergonha apertou meu peito novamente.

Deus, sua boca era incrivelmente doce, tão doce que eu queria separar seus lábios com a minha língua e coloca-la dentro de sua boca. E logo fazer o mesmo com seu corpo entre suas pernas.

E mesmo passando mil coisas pela minha cabeça; Certezas, incertezas. Desconfianças, confianças. Sentimentos e angustia, nervosismo. Eu jamais me conduziria por esse caminho se não tivesse um plano.

Senti algo acariciar meu ombro. Abri os olhos, mantendo as pálpebras baixas. Olhando-a. Desejando-a. Seus dedos estavam acariciando as pontas de meu cabelo.

O que aconteceria em seguida eu sabia que lembraria nitidamente pelo resto da minha vida.

Ela se moveu. Em um minuto eu estava recostada contra a parede, olhando-a. Ao seguinte estava no cama, debaixo dela. Sua coxa abrindo minhas pernas e seus quadris entre elas. Seus seios atingiram os meus, meus quadris serviam de travesseiro

para os seus, seu estômago era suave sobre o meu. Existia uma faiscação deliciosa entre nossos corpos.

Meu peito se moveu contra o dela quando inspirei.

Suas mãos enredadas em meu cabelo. Que alias, estava por toda parte, dentro de sua boca, sobre seu corpo, seu calor, grudado em seu suor.

Umas de suas mãos desceram abaixo da bacia onde ela esfregou minha excitação em apertados círculos, acariciando-me, fazendo-me florescer para ela. Eu ofegava por ar. Agora eu estava muito molhada.

Ficamos nuas, diante da luz que vinha da janela em minutos.

Então sua boca posou sobre a minha. Deus, ela era fantástica, varrendo minha boca com seus lábios e sua língua.

Com um gemido, enrolei meus braços ao redor de seu pescoço, cravando meus dedos em seu cabelo.

Ela agarrou um de meus seios e o conduziu para sua boca. Ela o beijou profunda e longamente. Depois fez o mesmo com minha boca, como se entendesse o que eu necessitava dela.

Ela acariciou-me com as mãos, da cabeça até as coxas, enquanto eu levantava, arqueava-me, sentindo a pele nua de seus seios contra meus.

Mordiscou minha clavícula, abrindo caminho até meus seios novamente. Eu levantei a cabeça e olhei como sua língua saía e fazia círculos ao redor de meu mamilo antes que ela o tomasse de volta a boca. Enquanto beijava-os sua mão se deslizou pelo interior de minhas coxas.

E logo me tocava o sexo. Eu me elevava para ela, minha respiração saía rapidamente de meus pulmões.

Ela gemeu, seu peito vibrou contra o meu.

Ela escorregou um dedo e logo dois em meu interior.

Num lento movimento, retirei sua mão de entre meio as minhas pernas. Eu sentia dor. Eu estava tensa.

Ela moveu seus quadris contra o meu, aumentando minha temperatura. Depois de um momento minha tensão diminuiu, suavizando. Suas mãos acariciou minha cintura. E logo lentamente deslizou-se, aproximando-se, novamente do meu sexo.

Subi minhas palmas por sua coluna vertebral, ela se expressou deixando sua cabeça cair perto de minha boca. Ela gemeu. Suspirou. Uma combinação tentadora de necessidade sexual e desafogo profundo. Como se estivesse tendo um orgasmo e caísse em um sonho tranquilo ao mesmo tempo. Não era como nada do que eu já houvesse visto antes.

Sua cabeça baixou e seus lábios acariciaram o Lado do meu pescoço. Acariciando-me com o nariz. Senti um golpe suave, úmido. Deus, sua língua. Subindo por minha garganta.

Colocando suas mãos no interior de minhas coxas. Separando minhas pernas, fez um caminho de beijos até o umbigo, onde se entreteve e lambeu antes de mover-se para me quadril. Impulsionando-se sobre meu estômago, separou-me as pernas e afagou meu sexo com sua palma. A sedosa umidade cobriu sua mão, ela sentiu-me estremecer quando beijou meu quadril e dirigindo-se ao interior de minhas coxas. Mordiscando-me. Beijou-me sobre a coxa, acariciando-me com sua bochecha, seu queixo e sua boca.

Sua língua me deu um golpe quente. Ela levantou sua cabeça e me olhou. E logo baixou e me lambeu outra vez. Ela colocou sua boca sobre meu sexo, tomando-me entre seus lábios, chupando-me, movendo-se para frente e para trás, saboreando-me, movendo rapidamente sua língua.

Dobrei-me sobre na cama para ver sua cabeça loira, seus ombros debaixo de meus joelhos, minhas pernas tão pálidas e finas contra ela como cortina de fundo.

Eu tremi. Não importava o quanto tentasse ficar quieta, eu não conseguia.

Eu arquei sobre o coxão. Ela me sustentou, impedindo meu corpo que se separasse de sua boca enquanto ela se movia.

Enquanto me controlava, degustava de sua boca em mim. Do seu toque.

Eu me derreti a em sua boca.

O prazer era profundo, infinito. Aterrador.

Puxei sua cabeça e a beijei onde antes tinha estado, provando um pouco de mim. Beijei-a meigamente, lambendo-a com a língua, querendo-a com meus lábios.

Inalei profundamente, prendendo seu aroma encantador, erótico. Entre minhas pernas senti uma rápida resposta úmida, como se a fragrância fosse um toque ou um beijo.

Arquei de prazer, deixando o fluxo de calor percorrer por todas as partes do me corpo.

Esfreguei a face e a olhei. Adorando-a intensamente.

Ela estirou seu corpo contra o meu. Acaricie seu corpo. Acariciá-la era um prazer delicioso.

Ela sentou-se entre minhas coxas. E começou esfregar-se em mim. Movendo-se com vontade, até que não pôde mais manter o contato com meus lábios. Seu corpo bronzeado brilhou sobre a baixa luz. Ela estava resplandecente de um brilho dourado.

Ela ondulando-se contra mim, acariciando-se, acariciando-me.

Sua cabeça girou para o lado tirando o cabelo do rosto, levantando a vista para mim. Seus lábios estavam separados, seus olhos fechados. Queria ver cada parte dela, tocar cada polegada.

Seus seios firmes preparados já nas pontas com a elevação de seus rosados mamilos. Seu estômago plano, seus quadris perfeito e suas pernas muito lisas. E seu piercing no umbigo, que doce peça…

Pensei em todos os lugares que queria continuar nela.

O olhar dela tocou-me, durante um momento, florescendo ainda mais à pureza de meu desejo, o êxtase.

Tomei em minha mão um de seus seios. Levantei meu corpo, meus lábios se separaram e tomei-o na boca.

Rose ofegou, arqueando sua boca enquanto ela encontrava o ritmo.

Meus olhos olhando-a, vendo como nadava no prazer que eu lhe estava proporcionando.

Coloquei minha mão sobre a base do seu pescoço e varri-a até parar em seu coração. Onde dei um longo beijo e logo movi para seu peito. Levantou-me, aproximando mais minha boca de seu corpo.

Ela deu um suspiro incrível, um ofego sem fôlego. Seus olhos fechados, os dentes apertados.

Seu orgasmo chegou, alcançando-a sobre ondas. O êxtase parecia não ter fim e não havia nada que o parasse.

Ela moveu seus quadris e apertou seu calor úmido no meu. A onda que recebemos fez com que ambas gemessem. Só ela e eu. Juntas. Fazendo o amor. Ela se inclinou sobre meu peito e tomou minha boca, conectando-se.

Agarrei Rose enquanto ela se estremecia uma vez mais, tomando seu corpo, seu fôlego rapidamente. Ela gemeu profundamente sobre meu pescoço. Seus lábios encontraram os meus. Seu fôlego era quente e desesperado em minha boca.

Eu sabia exatamente quando ela gozava, podia sentir como tremiam o ventre e suas coxas.

Abriu os olhos. Estavam frágeis.

Sorri e levei minhas mãos para sua Lisa costas.

Meu corpo estava deliciosamente mais quente por todo o calor que emanava do dela.

Lançou os cabelos fartos e iluminados para trás.

Apertei-a contra mim. Seu coração trovejava contra meu peito e eu o escutei enquanto começava acalmar-se.

Aconcheguei a mão sobre seu loiro cabelo, suas grosas camadas, lisas que se afundavam entre meus dedos.

Ela estava maravilhosamente linda colocada sobre meu corpo, seu formoso traseiro uma tentação que me incendiava.

Eu a queria outra vez agora mesmo, mas com uma necessidade palpitante que era diferente do que havia sentido antes.

OH, doce Jesus… Como ela era incrivelmente, irresistivelmente linda.

Seus olhos brilharam tenuemente enquanto respirava diretamente com os lábios abertos, brilhantes. Deliberadamente eu os tomei entre meus dentes e os absorvi. Logo sua língua deu-me uma lambida. Ela correu a mão pela minha barriga até minha coxa.

Seu olhar flamejou intensamente.

Eu fechei os olhos, derretida. Ela beijou minha pálpebra.

Não havia nada como seu calor, seu sabor, sua suavidade.

Desenhei a linha de seus lábios com a ponta do dedo.

Eu sabia que o que estava sentindo era errado, mas eu acreditava naquele sentimento. E ela havia me surpreendido ainda mais com esse sentimento. Ela era especial.

É sempre legal quando as pessoas te surpreendem de uma maneira boa.

Ela levou minha mão até a sua boca e beijou meu polegar.

-Você é linda! – sussurrou ela. Senti lisonjeada pelo elogio. Na verdade, em êxtase. Respirei fundo.

Eu a olhei, pensando que todo aquele momento com ela, tudo aquilo ela tão inocente, tão simples e lindo.

-Você é tão maravilhosa – eu disse, cheia de imagens em minha mente. Ela sorriu.

Deus, eu estava apaixonada. Dava para perceber. Não dá para fingir. Não algo assim.

Aquilo tudo inexplicavelmente reconfortante.

Eu a analisei por um longo minuto, ou mais, antes de nossos olhos se encontrarem.

Aquela paixão encheu meu coração, aumentando-o tanto que me parou a respiração. Eu de fato estava completamente apaixonada por ela.

Quando ela estendeu a mão para acariciar meu cabelo meu corpo travou.

Olhei para baixo, para mim mesma, enquanto tentava saber como tinha chegado estar excitada novamente.

Ela se apertou contra mim, tão perto que eu podia ouvir os batimentos de seu grande coração em seu peito. Ela fechou os olhos e dormiu com o esgotamento.

As visões nadaram em minha cabeça, visões de tudo o que havíamos feito, meu corpo se umedeceu de novo para ela.

Peguei no sono imaginando seu rosto, retorcendo de prazer. Na maneira como ela acariciou meu cabelo depois de tudo, beijou minhas pálpebras e correu a sua mão pela minha barriga e pelas coxas. Em como ela pegou no sono abraçando-me, aninhando-se a mim.

Quando acordei na manhã seguinte sentia-me alegre, incapaz de sair do lado dela. Seus olhos ainda estavam fechados, e eu voltei a pensar no inicio da noite, repassando cada detalhe maravilhoso, todas as sensações.

Ainda podia ouvi-la suspirar, gemer no meu ouvido. Ainda podia ver as curvas do seu corpo. Podia sentir seus beijos, seu toque em meu corpo, vagando por cada polegada da minha pele.

Perguntei-me se poderia estar errada mais uma vez de achar que estava apaixonada, iludida por apenas uma atração intensa, ou uma necessidade de preencher um vazio na minha vida.

Havia tanto espaço em branco e buracos vazios que precisavam ser preenchidos.

A questão não é só se eu estava apaixonada por ela. Seria questão de tempo esse sentimento surgir em mim. Seria é estranho se eu não me apaixonasse por ela. Mas e ela? Ela estaria apaixonada por mim?

FIM?

 

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Plagio é crime e está previsto. no artigo 184 do código penal.

California Gurls

 

Estava ouvindo Jessie J – We Found Love, quando ela chegou pra mim e disse tudo.
Fiquei estática, perplexa. Nunca imaginaria que isso algum dia aconteceria. Claro, tudo bem que eu já sentia algo por ela, mas Ela chegar pra mim e falar? CARACA! Pensei comigo mesma.
Isso está REALMENTE acontecendo? Alguém me belisca ou cutuca, mas vou considerar que quem me cutucar, QUER MEU CORPO NÚ.
Como assim Brasil? Carminha, isso realmente está acontecendo? 
Questionei-me.
– Mas, mas… Falei boquiaberta.
– Mas, mas nada… Essa é a verdade, estou gostando de você.
– Josi, sério? Tem certeza disso?
– Claro que tenho Amanda, já me viu vir aqui e mentir sobre algo sério? Não Né. Respondeu ela

Estava meio confusa, não estava relacionando as coisas direito. Pensava em dez coisas ao mesmo tempo, e todas as dez eram relacionadas à Josi. What The Fuck?
– Só espero que você não mude por conta disso. Disse ela abaixando a cabeça.
– Vou ser sincera com você Josi… Desde quando passamos a nos conhecer mais, a interagir mais, comecei a sentir algo, no começo fiquei em dúvida, porque você não parece… Ser.
E assim, eu também gosto de você.
Ela repentinamente me deu um abraço e chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou. – Eu já sabia!

Comecei a rir e acariciar seu rosto. E ela num impulso me deu um beijo na boca.
E era beijo pra cá, beijo pra lá…
– Ainda bem. Disse ela.
– O quê?
– Você!
Rimos juntas. Estava feliz por ter acontecido isso, foi tão surpreendente pra mim que ao mesmo tempo foi muito louco,

eu não parecia estar na Terra, ou em casa. Eu estava mesmo era na Lua, ou melhor, na terra dos Sonhos.

Eu acho que eu tô é no Clip CALIFORNIA GURLS da Katy Perry, só pode!
Tudo estava perfeito, o beijo dela era perfeito. Que Tentação!
Ela me fazia delirar, estava tão entregue de uma forma que não havia mais como parar, queria cada vez mais, um pouco de tudo.

Ou melhor, queria tudo mesmo. Estávamos no chão da Sala, rolando, feitas loucas, com sede de beijo, parece que namorávamos

e fazia duas semanas que não nos víamos e a saudade enorme. De repente ela me puxou pela mão e me levantou a caminho do quarto,

já estava começando a achar que iria rolar algo mais profundo. Deitamos na cama, olhando uma pra outra, sorrindo e admirando.

Como ela era Linda!

Ela deu um beijo no meu rosto. – Eu quero você. Sussurrou ela. Comecei a acaricia-la, querendo cada vez mais que estivéssemos juntas.

Olhei-a e sorri. Ela deitou em cima de mim, encostou o ouvido no meu… – Yellow Diamonds in the light... Começou a cantar.

Autora:  Sapalice

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Entrega

Ela se deitou na cama. Toda avontade. Joquei meu pescoço para trás quando meus olhos se encontraram com os seus. Firme, forte e selvagem. Seu olhar era tão intenso, que quando me encarava chegava a quimar.

Então algo verdadeiramente extraordinário aconteceu. Fui tomada por uma onda devastadora de apetite sexual, autêntico e espontâneo. Senti meu corpo arder em desejo – ardente e úmido. Minhas entranhas pulsavão por ela. A tontura me obrigou a me apoiar na parede.

Ela cantava bem, era inteligente, linda e divertida. E incrivelmente sensual. E eu a desejava muito, é claro. Mais eu sempre me sentia sem jeito a esse desejo.

Sentei-me ao seu lado.

Então a observei. Comecei pelas coxas, que apareciam leigeiramente abaixo da barra do vestido que ela usava. Corri os olhos por ela. Sob a silhueta de seu corpo. Seu pescoço, seus deliciosos lábios absolutamente perfeitos. Queria beija-lá. E também queria acompalha-lá no interior dos seus lençóis sobre a cama. E não sair de lá até amanhecer, ou talvez, nunca mais. Por noites e dias infinitos.

Peguei-me pensando em sua pele: lisa, macia, quente… Imaginando suas coxas, depois separando-as com as mãos. Abrindo caminho a beijos ao local onde eu desejava estar tão desesperadamente… Engoli em seco, sentindo minha pele se arrepiar, e algo contocer-me as vísceras, prodizindo uma especie de cãibra na barriga. Prendi a respiração, esperando que aquela vivificante sensação passasse, mas ela só aumentou. As difusas imagens que tive dela me obrigaram a fechar os olhos. Merda, eu não estava só com uma depravada nessecidade de sexo. Era uma nessecidade: dela.

Houve uma longa pausa. Ela se revirou na cama. Os lençóis rangeram suavimente quando ela se moveu. Eu olhei seu brilhante sorriso e seus lábios molhados. E ela sorriu do meu olhar sobre ela. Sobre seu corpo, sua roupa íntima.

Descidi tomar uma atitude. Movi-me rápida para que ela não tivesse tempo de pensar e tão pouco eu. Segurei-lhe o rosto com as mãos e a beijei. Apenas um selinho.

-Ingrid? – ela retrucou. Que beleza de situação, pensei. Eu estava morrendo de medo do que ela diria agora. – Por que fez isso? – sussurrou ela. Como poderia não fazer?, pensei.

-Porque tive de fazer! – tentei me acalmar. Tinha que ir embora. Devia deixá-la sozinha. Mais não consegua deixa-lá. Fiquei de pé rapidamente estabelecendo uma distância entre nós. Sem sombra de dúvidas precisava ir embora dali. –Esculti, tenho que ir. –

-Por quê? –

Abri a boca.

-Diga-me a razão. – ela insistiu. Mas não respondi. – Está fugindo? – sussurrou Gabi. Era uma pergunta. Mas havia nela também um tom de provocação.

-Gabi.

-Por quê?

Senti-me torturada pela necessidade Dela.

Ela saltou da cama e se aproximou de mim. Rodeou-me a cintura com a mão. Eu chiei quando nossos corpos se colaram.

-Não vai me dizer?- perguntou ela. Meu corpo estremeceu buscamente, minha respiração quebrou o silêncio do quarto. – Você me deseja! É obvio. – ela sorriu. – Você me quer? –

Ela também me desejava. Estava estampado nela. Nós seus gestos. Como me olhava. Como me tratava. Eu podia ver claramente quando ela me desejava.

Abaixei a cabeça. Que jogo ela estava fazendo? Estava brincando comigo? É claro que eu queria.

-Diga que não, Ingrid. – provocou-me novamente. Levantou-me o queixo com a ponta do dedo indicador. Desejei ver-lhe o rosto com nitidez, para ver se falava serio. O maguinífico cheiro dos seus lábios me deixou tonta. Sua pele era de uma bonita cor de creme. Tudo nela era bonito e delicado. Seu nariz, suas mãos, seus lábios, seu corpo. Fiquei em silêncio, sentido o efeito do calor do toque das suas mãos em mim e o cheiro adocicado ao meu redor. Eu nunca havia me sentido daquela maneira. Na presença de ninguem.

Ela tinha grandes olhos castanhos escuros. Naquele momento eu só via Gabi. Será que ela também só via a mim? Respirei fundo, querendo saber o que eu sentia por aquela mulher.

Ela sorriu para mim. Naquele instante eu sabia exatamente o que sentia por ela. Senti-me leve. Livre. Senti-me de repente, viva. Contemplei a beleza de sua face. Eu sorri, amando tudo nela. Era tão… Perfeita. Precisava dela mais do que tudo, pensei

enquanto levava a mão ao pescoço dela. Senti aquela doce embriaguez que vinha toda vez que ela me olhava. Aquele desejo dentro de mim começava a se agitar. Eu estava encantada. Puxei seu rosto para mais perto do meu. E algo intenso revirou meu peito, atravessou meu corpo todo. Senti sua respiração encantar meus lábios. Contei cada uma de suas respirações, tentando manter a calma.

Afastou o cabelo do meu rosto, com a ponda dos dedos macios parando sobre minha bochecha. Ela beijou o canto dos meus lábios, me deixando zonza. Eu não me movia quase nem respirava. Só o que fazia era olha-lá embasbacada.

Minha garganta estava seca. Meus olhos estavam vidrados nela. Ficar tão perto dela é tão… Eu queria abraçá-la, correr os dedos sobre a pele macia dela, o cabelo negro. Cheira-lá toda. Sentir seu corpo, seu calor. Quando ela me olhou pela primeira vez, vi fraguimentos de esperança, de uma paixão, entrar em meu coração. Havia algo naquele olhar. Aqueles olhos castanhos olhavam através de mim. Como se ela pudesse ver todo o meu passado e presente, toda dor e medo que eu havia encontrado. As coisas que eu mais desejava no mundo. Vendo seu rosto doce, a ferida aberta em meu peito desapareceu.

Ela não sai dos meus pensamentos. E eu sei que não importa o quanto eu tente, sempre terei ela em meus pensamentos.

Eu ri, pensando que, quanto mais tempo passava com ela, mais bonita ela parecia ficar.

Meus olhos brilharam. Seus lábios me fascinavam. Observava-os moverem-se enquanto falava, e me perguntava como seria sua textura e seu sabor.

-O que ta olhando?- ela sussurrou.

-Sua boca – eu disse.

-O que tem ela? – perguntou ela com a voz rouca.

-Eu a acho… Maravilhosa. –

Coloquei as pontas dos meus dedos sobre seus lábios inferiores. Inspirei com tal força que inalei o perfume de sua pele, e quando exalei com um estremecimento, ele voltou para ela quente e úmido.

-É macia – eu disse, roçando-a com o dedo indicador. Fechei os olhos.

Lentamente, os lábios dela se fecharam ao redor do meu dedo, lambendo a ponta com movimentos circulares. Uma onda de prazer percorreu meu corpo. Os meus mamilos furmigavam e alguma coisa acontecia entre minhas pernas. Senti-me faminta por ela.

Ela segurou minha mão sugando todo meu dedo até que ele saisse de sua boca. Com meus olhos fixos nós dela, virou-me a palma da mão para cima, lambeu o centro e pressionou os lábios conta minha pele.

Eu me inclinei sobre ela.

Seu corpo emanava um perfume embriagador. Eu tinha percebido a sedutora fragrância no momento em que pus os olhos nela pera primeira vez.

Imaginei beijando sua boca. Sentindo o interios cálido, escorregadio, úmido. Lambi os lábios.

Fechei a boca de repente. Mais com os olhos brilhando. Prendi a respiração, perguntando-me se ela falava realmente serio. Meus olhos não se separavam dos lábios dela. Sentindo aquela doce sensação de sufocamento.

Inclinei a cabeça e pousei os lábios em sua boca. Santo Deus, ela é muito boa no que faz. Afastei-me.

Ela me olhou fixamente, como que paralisada. Então, soltou um longo suspiro, como se estivesse exalando todo oxigênio do corpo.

Meteu a língua dentro da minha boca enquanto me segurava pelos quadris. O gemido de satisfação que ela deixou escapar aumentou ainda mais meu desejo por ela. Cravei as unhas em suas costas e ela respondeu com outro gemido. Isso mostrava que ela tava tão ansiosa quanto eu.

Ofegante, levei o fôlego dela para os meus pulmões, querendo reter uma parte dela dentro do meu interior. Ela murmurou de satisfação, e continuou me acariciando suavimente. Quando ela oscilou na minha direção, tracei o contorno de seus lábios com a língua. Tem um sabor tão doce, pensei.

Ela capturou meu lábio inferios com a boca, segurando-o.

Eu gemi. Ela interrompeu o beijo.

-Não gostou? – perguntei.

-Claro que gostei. – disse ela com uma voz grutal. – Acredite. Gostei, de verdade.

Ela se equilibrou para frente e tomou-me em um beijo ardente. Aquilo foi poderoso. Erótico. Mais ardente que o inferno, enquanto explorava minha boca.

Por Deus, se meu coração podia aguentar um beijo dela, provavelmente poderia fazer muito mais que isso. Qualquer coisa.

-Quero mais de você. – eu disse. Ela lambeu os lábios. Seus olhos brilhavam.

-Tudo o que quizer de mim. – murmurou. Depois de uma pequena pausa, disse – Gosto da forma como me sinto quando estou perto de você. –

– E como se senti? – perguntei.

-Sinto-me segura. Você me passa muita confiança. Sinto-me linda – ela fez uma pausa olhando meus lábios – e, sinto outras coisas. –

-Como o quê? –

-Sinto um calor. Aqui – tocou os seios – e aqui – suas mãos roçaram a junção de suas coxas.

Comecei a ver duplo, meu coração disparou. Suspirei fundo.

-Sente algo?- perguntou ela.

-Pode ter certeza que sim. –

Minha voz soou pastosa. É o que ela faz comigo… Leva-me ao desespero.

Empurrou-me para a escrivaninha, atrás de mim, sentando-me. E colocou o corpo diretamente entra minhas pernas. Quase no lugar exato onde eu queria que ela estivesse.

Ao olhá-la, eu estava pronta para tudo, preparada para me meter por debaixo daquele vestido, separar suas coxas com minhas mãos, e me enterrar em seu calor. Eu tinha a necessidade de estar dentro dela.

Segurou meu quadriu, e me levantou. Ela me carregou sobre o quarto como se eu nada pesasse. Deitou-me sobre a cama, debaixo dela.

Eu sorri, deleitando-me com o súbito desejo estampado no rosto dela.

Tudo nela irradiava sexo! Do seu corpo perfeito, até a forma como andava e o aroma da sua pele. Jamais conheci uma mulher assim. Ela se inclinou um pouco sobre mim. E num impulso eu agarrei seu vestido puxando-a para mais perto, tentando aproximá-la de minha boca. Outro gemido escapou de sua boca.

Eu estava pasma. Imaginei-a beijando a parte interna de minhas coxas, encontarndo meu sexo com a boca. Chupando-me. Lambendo-me.

Eu sei que não devia estar alí. Sei que devia dizer não. Precisavamos conversar. Ou simpliasmente eu deveria ir embora. Realmente eu deveria…

Só que eu não conseguia ir, não sei provar mais dela.

Droga. Não devia estar me envolvendo nesse drama. Deveria me proteger. Nada disso, com ela, tem promesa de futuro. Eu fiquei descuidada. E isso era perigoso.

Beijou-me o pescoço. Ah que se dane…

Olhei para cima, com uma ofegante expectativa, enquanto ela precionava seus lábios sobre os meus.

Em um doce arrebatamento, introduziu a língua em minha boca.

Meu coração… Ela estava possuindo-o, tomando-o. Arrancou-me a blusa e o sutiã.

Quando deixou minha boca, desceu por meu corpo. Lambeu-me o pescoço. Chupou-me os mamilos. Arranhou minha barriga delicadamente com as unhas. Mordiscou-me os ossos da bacia. Arrancou-me a calsa, puxando-a até meus pés, e voltando para cima de mim. Fez o mesmo com a calcinha.

Ondas de um extenuante calor percorreu todo meu corpo. Meu coração palpitava tão rápido que chegava a pular algumas batidas.

No instante em que ela colocou os lábios em meu sexo, faltou-me muito pouco para eu alcançar o êxtase. Gritei, com o corpo convulsionando. Ela parou, dando-me tempo para me acalmar.

E, então, começou a me torturar. Beijava minhas coxas, minha barriga. Praticamente todo meu corpo. Passava perto, de onde eu tanto desejava que ela estivesse mais logo se desviava. Levou-me ao limite repetidas vezes até que eu me vi obrigada a suplicar.

Minhas coxas estavam completamente abertas. Então, tocou-me com a boca. Começou a se mover num ritmo lento e constante. Ela sabia exatamente quando acelerar o ritmo e quanto pausar. A combinação de sua boca úmida e sua língua macia, os chupões, lambidas e modiscadas, chegavam a ser covardia.

Ela tremeu sobre meu corpo, ofegante, enquanto minhas próprias e deliciosas ondas me deixavam sem folêgo.

Ela fez um movimento para descer, para sair de cima de mim, mais eu a detive, segurando-a pelo quadriu, falando, docimente que ela ficasse mais ela pareceu não entender.

-O quê?-

-Fique onde está – eu disse.

Ela se acomodou sobre meu corpo, relaxando completamente. Podia sentir sua vulnerabilidade naquele momento de tranguilidade. Seu coração estava quase ao meu alcance.

-Você é extraordinariamente linda. – ela sussurrou. Sua voz soava diferente. Ela lhe parecia diferente. Ela começou tocar-me novamente.

-Gabi – segurei-lhe a mão entre a minha, obrigando-a parar. Ela se afastou um pouco, e fexou os olhos, confusa. Eu deveria lhe contar. Fosse o que fosse, a verdade é o que ela deveria ouvir. – Amo você – sussurrei.

Suas pálpebras se abriram de repende. Era como ser iluminada por dois refletores. Ela sorriu incrédula. Mais ela não disse uma palavra.

-Meu Deus, gostaria de ver seus pensamentos nesse momento. Por que não me diz nada? – pousei minhas mãos em suas faces.

-Posso dizer-lhe o que veria – murmurou ela – “eu amo você”. É o que veria.

Eu fechei os olhos e ri. Eu resplandecia. Beijei-a. Seu sorriso estava radiante.

Virei-a sobre a cama, tirando delicadamente apenas seu vestido. Inclinei minha cabeça para trás para olhá-la. Sua beleza me deslumbrou. Sua estrutura facial era perfeita, seu corpo era gracioso. E o perfume que usava… Penetrava em meu nariz, em meu cérebro. Cheirava tão bem que meus olhos se encheram de lágrimas.

Era irreal, pensei. Tão linda.

Eu não me movia; quase nem respirava. Só o que fiz foi olhá-la embasbacada.

O que parecia ter deixado-a nervosa. Mais eu sei que não era por ser acostumada que a olhassem assim. Mais eu a olhava sem perder um detalhe, examinando-a cuidadosamente.

-Por que me olha tão fixamente? – levou a mão ao vestido que estava ao seu lado, cobrindo seu corpo.

Senti queimar primeiro o pescoço, e depois, as bochachas.

-Sinto muito. Provavelmente está farta que a olhem fascinada. –

Ela negou com a cabeça.

-Caraca, você é tão… Totalmente… Linda. – minha voz fraquejou. Caramba, ela era maravilhosa. Tinha o queixo delineado, e um furinho no meio, lábios desenhadinho, perfeitinhos, e maçãs do rosto proeminentes quando sorria. Cabelo, liso e negro, caía-lhe até os ombros.

Ela inclinou a cabeça, examinando-me. E passou a mão pelos cabelos escuros. Seus olhos permaneceram cravados no meu rosto.

Eram olhos muito bonitos, pensei. Tão intensos. Ela olhava como se não pudesse ter algo que desejasse.

E eu podia entende aquilo melhor do que ninguem.

Sorri sutilmente e aproximei-me dela mais um pouco.

-Gosto de como me olha – seus olhos voltaram a se concentrar em meu rosto – só não estou acostumada – explicou, levando a mão ao meu pescoço.

-Caramba, você não parece ser real – eu disse baixinho. Tirei-lhe o vestido de cima do corpo.

Ela riu. Riu com só um canto da boca.

Coloquei a mão em seu seio, esfregando o mamilo com o polegar. Senti uma onda de calor na pele onde eu toquei. Instantaniamente, aquela sensação febriu se estendeu por todo meu corpo.

O que era aquilo?

A palma de minha mão estava quente. Forte. Sólida.

Ela ergueu os olhos para mim.

-Não posso respirar – sussurrou.

Eu quase caí de costa.

Santo Deus, pensei. Ela parecia me desejar, tanto quanto, eu a desejava. Mas isso não pode ser real, pensei. Devia estar brincando comigo diante daquele inocente assombro ao meu toque.

Observei-a enquanto ela respirava com dificuldade. E então ela lambeu os lábios.

Inclinei-me sobre ela. Percorri a lateral do seu pescoço com meus lábios. Sua pele era tão suave. Acariciei-lhe a face ternamente, sem conseguir despregar os olhos de sua boca. Baixei os olhos para os seios. Movi os dedos em direção a sua boca. Fiz uma pausa, e beijei seus lábios.

Ela agarrou minha mão e me guiou entre suas coxas, dentro da calcinha, pressionando os dedos contra seu corpo.

Quando ela gemeu me aproximei mais de seu corpo. Onde sentir os batimentos de seu coração e seus pulmões enchendo-se.

Quando deslizei os dedos para dentro dela, escultei-a soltar um gemido baixo, meu proprio corpo respondeu, me sentindo excitada. Sua quente umidade me envolveu,

estremecendo num orgasmo. Ela era apertada, quente, úmida, ela me envolvia completamente. Cada beijo, cada caricia, cada lambida e estremecimento foram ampliados.

Deslizei a língua pelo seu pescoço. Ela estufou os seios em minha direção, eu deslizei a mão acariciando aquela pele macia e quente. Sua barriga era plana. Percorri a borda do seu sutiã antes de encher a mãos com o volume dos seus seios cremosos. Ansiosa para conhecer o que faltava tirei-lhe a peça. E sentir a rigida pontada dos seus mamilos.

Eu me descontrolei.

Meus lábios foram cheios para um dos mamilos, que logo envolvel minha boca. Enquanto sugava, deslocou o corpo e estendeu sobre ela, caindo entre suas pernas. Beije-lhe a boca. Nossos seios se encontraram. Eu senti o corpo dela se ondular sobre o meu. Voltei a venerar os seios com a língua e, depois, continuei descendo pela barriga. Quando cheguei a tirar a calcinha, deslizei-a pelas pernas lisas.

O cheiro dela me invadiu com uma onda de frescor. Cobrir de beijos os quadris e o topo das coxas dela. Imapaciente, as mãos de Gabi agarraram meu cabelo enquanto me direcionava, para o local exato ao qual eu já estava indo. Precisava prová-la.

Puxou meu rosto, querento beijo. Então voltei a usar os dedos. Deixei escapar um gemido de êxtase. Que pareceu deixá-la loca.

Fui muito meiga com ela, muito carinhosa. Por mais que ela me forçou a ir mais rápido e forte.

Deixei cair à cabeça no seu perfumado pescoço. Onde meu longo cabelo se esparramou e se misturou com o dela. Muito adorável. Muito sensual…

Beijei-lhe todo o corpo. Enquanto ela me acariciava. Por um tempo, fiquei imóvel, absorvendo a sensação de êxtase, sentindo minhas entranhas latejar. E queria mais, e estava disposta a dar mais. E ela também parcia querer o mesmo.

Quando recuperei lentamente os meus sentidos, percebi que era a primeira vez que eu tentava agradar tanto a uma pessoa. Nunca me dediquei tanto, igual, me dediquei a ela. Peguei-lhe o rosto entre as mãos e pousei meus lábios sobre os dela.

Autora:  Anna Karoline

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Nós, as ciumentas.

Nós, as ciumentas.

Se tu é como eu uma ciumenta assumida tu vai entender muito bem esse post, se tu não é e tem uma namorada assim, bom tente entender ela,  porque não é fácil ligar com isso.

Lá estão vocês, um casal tão fofo de mãos dadas caminhando pela rua, passa uma menina bonita que prende a atenção dela, o que acontece? TU SURTA! Calma, sapatão eu sou assim, eu surto também e nem adianta dizer isso né? Dizer pra ter calma nunca adianta, nem sei porque to te dizendo isso, mas enfim. Tu surta, vocês brigam, ela diz que não tem nada demais e tu vê tudo a mais do que realmente é.

Pois é, gurias… Quando a mosquinha dos ciúmes pica (opa, palavra nojenta e perigosa) esse coraçãozinho os surtos e as neuroses são inevitáveis, não é? Porque, por sorte tua e azar das outras, tu tem uma namorada tão fofa e perfeita que tu sabe que todas vão querer esse docinho pra si. MAAAAAAAAAAAAS ÓBVIO que tu não vai deixar te levarem ela, não é? É.

O ciúmes é algo que não podemos controlar, algo que surge assim como uma tsunami e poft, acaba com toda a fofura e trás a frieza, é uma droga né? Porque tu fica mais fria que o iceberg que matou o Jack (Eba, Rose solteira, vem cá sua linda!) com a tua guria, não é? E as vezes ela nem tem culpa de nada e tu acaba te magoando e magoando a ela também.

E ai tu me pergunta: E quando ela te provoca ciúmes? Sapatão, ela quer te ver surtada, é isso. E o que tu vai fazer? SURTAAAAAAAAAAAR e querer matar a vaca que ela ta dando trela só pra te enciumar, não é? É sim, não disfarça não que eu sei que tu vai fazer um escândalo digno das novelas mexicanas do Sbt, ou tu acha que eu não sei que vai? E ela vai amar, agora não me pergunta o porque, pois eu realmente não entendo. Vou dizer uma coisa, eu gosto que sintam ciúmes de mim e as vezes eu provoco, provoco, provoco e nem dá certo, sabe como é, né? Se tua guria ta segura contigo ela nem vai ter motivos pra sentir ciúmes, porque? Porque tu demonstra o teu amor o tempo todo, não adianta provocar que não vai adiantar, brejeira.

E quando tu é ciumenta demais, o que fazer? Bom, eu sugiro que tu te controle, não vai adiantar nada sair brigando com ela por nada, isso só vai machucar. Sabe o que é bom fazer? Tomar uns bons drinks, um chazinho, fazer um boneco de vodu com a foto daquela vaca que dá em cima da tua guria, queimar a foto dela, fazer macumba, socar a parede, isso tudo acaaaaaaaaalma muito, é uma boa sugestão. E se nada der certo, faz uma novena pra santa Rita de Cássia Eller e deu. Tudo passa.

E mais uma coisa, ciúmes nem sempre é sinal de insegurança, sapas! Se ela sente ciúmes nem sempre é porque tu não passa segurança pra ela, sabe? Ela só sente e pronto. Não se desespere.E tu, ciumenta. Tenha calma, relaxa, se ela ta contigo com certeza é por amor e não é por qualquer pessoa que ela vai te deixar.

Meu cigarro chegava ao fim

Meu cigarro chegava ao fim, encostada ali na parede da sala, eu olhava aquela mulher linda, dançando pra mim. Os cabelos longos e pretos, o vestido que ia até os pés, descalços… De vez em quando ela me deixava ver parte da cinta liga que usava pra me destruir… Meus seios já estavam durinhos sob a camiseta branca, e minha cueca Box já estava completamente molhadinha. Dona de um corpo sequinho, cheio de curvas, rosto perfeito, boca sempre macia e vermelha, Carmem era uma delícia de mulher, estávamos juntas há uns quatro meses, e eu ainda morria de tesão nela, coisa que não era muito comum. Meu nome é Sam, tenho 32 anos e não me apego aos relacionamentos. Carmem foi me tomando de assalto, eu sempre dizia isso… Ela me arrebatava, sempre inventando algo novo em nossas noites tórridas de amor, sempre me agradando com bilhetinhos, ligações no meio do dia… Quando deitava na cama, se fingia de tímida e ficava fechando a perna enquanto eu lambia desesperadamente a parte interna da sua coxa macia.

Eu bem sacava a dela, ela era uma mulher incrível, que sabia agradar, sabia fazer sexo como ninguém, mas eu não ia me prender a ela, já estava calejada, já havia sofrido muito… Naquele dia, eu ali encostada na parede, fumando e pensando em como a vida me dava chances de ser feliz com mulheres, percebi que Carmem foi se chegando de costas pra mim até que colou seu corpo no meu, senti sua bunda firme e me excitei ainda mais, passei minha mão pela lateral do seu corpo indo de encontro aos seios, apertei-os, senti o tamanho com as mãos, depois desci uma mão e levantei o vestido, apertando a carne quente das coxas… Ela se esfregou em mim docemente, mas fugiu, continuando a dançar de costas. Levantou os cabelos bem no alto da cabeça e me ofereceu o zíper, bem lentamente eu o fiz deslizar pelas costas dela, descortinando a pele morena e macia, beijei cada pedacinho, até que me ajoelhei… Ela tirou os braços da manga e o vestido escorregou pelo seu corpo, eu fiquei ali com a visão da bunda mais empinadinha do mundo, as coxas mais macias e o sexo mais quente. Segurei firme nos quadris fartos e beijei tudo que vi pela frente. Virei-a de frente pra mim e ainda ajoelhada já beijava seu sexo sob a calcinha. Ela me empurrou delicadamente e caminhou até a cama, eu quase me arrastei até lá, tamanha vontade de ter aquela mulher ali mesmo, no chão… Levantei e fiquei ali a meio metro de distancia dela, minhas mãos tocaram a alça do corpete e a fiz escorregar levemente. Beijei cada milímetro da pele sedosa que ia aparecendo, minha língua escorregando e fazendo um caminho molhado pelo corpo quente, os seios logo ficaram à amostra, eram de um tamanho médio, bem firme e delicioso, suguei os bicos que logo ficaram eriçados, ainda de pé me agarrei na cintura fina dela, e me deliciei, senti as mãos nos meus cabelos curtos tentando me empurrar pra baixo, mas eu nem pensava em tocar seu sexo ainda. Ela sempre foi do tipo afoita, adorava gozar e gemer meu nome alto, isso me excitava muito também, mas eu tinha minhas preferências é lógico, e uma delas era torturá-la ao máximo. Deixei a boca correr por sua barriga, até que ela não agüentando mais deitou na cama macia e abriu as pernas delicadamente. Terminei de tirar o corpete que ela usava desabotoando aquele sem numero de colchetes, depois sem pressa tirei a calcinha de renda, o fundo estreitinho totalmente encharcado do seu liquido quente. Ela segurou os seus seios e me ofereceu gemendo, eu os segurei, deitei-me sobre ela e chupando ora um, ora o outro, comecei a esfregar meu sexo no dela bem devagarzinho. Ela fincou suas unhas em minhas costas, senti arder, mas não me importei, beijei os seios com mais força. E ela gemeu mais alto ainda, me implorando para que tocasse logo o sexo dela. Fiz o caminho tortuoso em suas curvas até chegar às coxas. Passei a língua provocando-a da virilha até o joelho, me sentei em sua coxa, meu sexo molhado encostado na coxa firme foi também uma tortura pra mim. Ela sentindo o meu desespero, abocanhou meu seio, chupando demoradamente, enquanto os dedos tocavam meu clitóris, puxei seu rosto e beijei-a com ímpeto e vontade. Minha língua procurando a dela, tocando em todos os cantos, entrelaçadas, molhadas… Ela apertava o meu clitóris com força, ela me conhecia, sabia que eu não demoraria pra gozar e foi o que aconteceu… Veio lá do fundo, um formigamento intenso, uma vontade de morrer e viver, explodindo em contrações gostosas, senti meu liquido escorrer, ela continuou acariciando, enquanto me beijava docemente… Não tive tempo de relaxar completamente, porque ela queria o prazer dela, e ela era intensa, mandona, queria ser chupada logo, com força, com ímpeto. Colei minha boca em seu sexo, o cheiro conhecido me invadiu as narinas, o sabor invadiu a minha boca, chupei seu grelinho até senti-la molinha, lambi e introduzi minha língua nela, o máximo que pude, mexi bem devagar em círculos, sabia que ela gostava, que gozaria fácil daquele jeito, e foi o que aconteceu, Carmem gozou na minha boca, senti seus espasmos na minha língua, sua ejaculação limpa, clara, quase transparente encheu minha boca… Era a primeira mulher que eu via ejacular e apesar da sua vergonha inicial, a minha adoração a fez relaxar. Deitei sobre ela, olhei nos seus olhos e vi algo que a principio me assustava, mas que com o tempo me acostumei.

Vi amor… Puxei-a pelo braço e no nosso abraço senti meu corpo se perder totalmente. Eu a queria demais, ela jogou suas pernas na minha cintura e eu caminhei até a parede e pressionei seu corpo. Minha boca colou na dela, e meus dedos a invadiram com ardor, com pressa, movimentos circulares, e de entra e sai e Carmem gemia alto, de tesão, de desespero, de vontade, fui rude, fui agressiva, queria apagar aquela visão de mulher apaixonada, mas tudo que fiz foi atiçar ainda mais aquela mulher quente. Ela recebia meus dedos com gratidão, demonstrava estar mais e mais envolvida, seus lábios sugavam os meus docemente, sua língua entrava e saía da minha acompanhando os movimentos dos meus dedos nela. Aquilo me enlouqueceu, coloquei-a no chão, virei-a de costas pra mim, e a penetrei por trás, sem dar chance pra ela reclamar, meus dedos a invadiram, sua carne quente e molhada, seu pescoço macio pronto para minhas mordidas, com a mão livre segurei seus cabelos e iniciei um movimento cadenciado esfregando meu sexo nela, ambas não conseguiam mais ter o controle, altos gemidos, gritos de prazer invadiram o quarto… O doce e forte orgasmo veio junto, tanto pra mim quanto pra ela… O seu corpo escorregou pro tapete me levando com ela, permanecemos alguns minutos ajoelhadas, tentando respirar novamente, tentando voltar a “vida” normal… Carmem minha eterna, com sua dança que me inspirou… Que dure pra sempre…

 Autora:  Célia Pereira

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