Jaqueline

Jaqueline era uma mulher belíssima, disso ninguém duvidava.

Agora que ela se interessaria por mim, isso era uma grata surpresa. Ao ser apresentada por uma amiga minha, Jaqueline se mostrou cordial, mas ali naquele banheiro do bar, pude ver como ela era amistosa. (risos) Talvez Helen, minha amiga e confidente tivesse contado sobre minhas intenções, desde que a vi na página de uma rede social, sorrindo ao lado das amigas do time de basquete da faculdade, feliz por ter conseguido chegar a grande final do campeonato. A boca fina e bem feita, os olhos brilhantes… Sim, eu senti um desejo incontrolável por ela. Então resolvi arriscar, pedi para Helen marcar algo e levar Jaqueline com ela. Encontramos-nos num local agradável e muito bem freqüentado. A conversa rolou pela noite adentro e depois de alguns copos, fui ao banheiro, ouvi passos atrás de mim, quando me virei, ela me empurrou gentilmente para dentro do reservado. Espremendo meu corpo contra a parede fria, senti meus seios esmagados pelos dela. A sua boca procurou a minha com avidez. A língua procurando a minha, se transformando numa tortura, ela me tocava como se quisesse me invadir totalmente…

Os gemidos dela entravam e saiam dos meus ouvidos, sua respiração ofegante me dava calor, sentia meu sexo em chamas. Suas mãos percorriam meus braços, apertando, eu me entreguei a ela, quase uma estranha… Minha mão tentou entrar na sua blusa, queria tocar seus seios, mas ela não permitiu… Falou no meu ouvido que ela daria as ordens, e naquela hora eu seria seu brinquedinho… Me arrepiei… Para facilitar as coisas, coloquei meu pé sobre a privada, como estava de saia ela teve caminho livre pra me tocar. Meus gemidos já eram bem audíveis, quando ela deslizou a mão na minha coxa e tocou meu sexo por sobre a calcinha, sentindo toda minha excitação molhando toda renda vermelha. Eu já tentava subir e descer escorregando pela parede, mas o corpo forte dela me espremendo não deixava. Seus dedos longos afastaram o elástico e tocaram meus pequenos e grandes lábios. Abracei seu corpo com sofreguidão querendo me fundir nela. Ela acariciava de um jeito sedutor e seu sorriso maldoso me mostrava que ela queria me enlouquecer. Então seus dedos penetraram em minha carne quente, senti-a bem no fundo de mim, seus movimentos intensos, indo e vindo, entrando e saindo, me deixando mole… Enquanto sua boca descia por meu pescoço e devorava meus seios por cima da blusa, afastando com ímpeto o pequeno pedaço de pano que os cobria, sua boca sugando o bico firme e rubro. Eu me agarrava em seus cabelos loiros e longos, pedindo pra ela me fazer gozar como nunca, e ela tentava me atender… Fazendo movimentos circulares dentro de mim, com um e com mais dedos… Firmes, quase me machucando…

Eu pensava que alguém lá fora poderia ouvir-nos, mas a vontade era grande demais pra virar lucidez… Então nas idas e vindas dos dedos dela, eu gozei intensamente… Ela sentiu as minhas contrações vaginais e serenou os movimentos; beijando minha boca delicadamente ela abafou meus gemidos… Eu me segurava em seus ombros, minhas unhas fincadas na pele alva. Com um suspiro ela foi abaixando lentamente, beijando minha barriga, eu fiquei atônita, não entendi bem o que ela queria… Então ficando de cócoras, já que não tinha como ficar de joelhos, ela suspendeu minha saia até a cintura e baixou de uma vez só a minha calcinha, expondo meu sexo aos seus olhos. Agarrando minha coxa com firmeza, ela abriu minhas pernas, e seu rosto entrou no meio delas. Tomada pela surpresa eu enlouqueci, ela me chupou muito forte, eu sentia meu liquido escorrendo, e ela ali sugando tudo, a boca macia tocando meu clitóris que a pouco pulsava de satisfação. Apertei sua cabeça e implorei por sua língua em mim, ela passeava pelo meu sexo, provocando, mordendo, lambendo… Eu me esfregava nela ardentemente, olhei para seu rosto e ele estava todo molhado de mim. Segurando sua cabeça com firmeza, olhei em seus olhos e senti que seria tragada novamente por aquele turbilhão de emoção que era o orgasmo, e ele veio forte, me dobrando sob ela, fazendo minhas pernas tremerem e ela gozar só de ver isso.

Voltamos para a mesa alguns minutos depois, Helen nos olhou com uma cara de quem sabia muito bem o que tinha rolado. Meus olhos ávidos, procurando a noite toda pelos seus. O rosto de Jaque lívido, a pele corada… Com toda certeza todos perceberam que no mínimo estivemos flutuando por alguns instantes em outra órbita.

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