Camila

No silêncio fundo da noite, esperando o tempo passar e a noite ir embora, sinto-me presa em uma profunda emoção. Mesmo sabendo o motivo, evito pensar. Evito. Não que eu consiga não pensar. Que droga. Porque ela é tão complicada? E porque eu ainda tento compreendê-la mesmo sabendo que talvez eu não seja capaz de entender seus motivos, principalmente para tudo isso. Nem eu entendo. É tão novo para ela, quanto para mim. Minha compreensão por ela, e por esse sentimento, agora está pior que a dos homens por mulheres; nenhuma. Mesmo eu sabendo que é errado, difícil e complicado, tudo isso – ela- me propõe uma profunda curiosidade. Meu Deus… Toda essa curiosidade me devorava a calma. Eu já memorizei, fixei-a em minha mente. Cada gesto, olhar, sorriso, cheiro. Toda a Camila está em mim. Que droga de horas que não passa. Olhei no relógio. A noite só havia começado. Ficar sozinha nesse quarto estava me deixando ainda mais emocional. Eu não quero chorar, e não quero pensar. Porque tinha que estar tão vazio?! Cruzei os braços e bufei frustrada, chutando a coberta. Inferno, que calor faz esse quarto. Sou incapaz de ficar na cama nesse momento. Sentei-me e me vesti. Só preciso andar um pouco, disse a mim mesmo. Desci para o primeiro andar da republica, hesitei ao dar mais alguns passos além da porta do quarto 213. Ergui a mão para bater na porta. Porque motivo? Talvez ela nem estivesse ali. E ela também nem se importa comigo. Por que motivo a procuraria? O que eu diria a ela? Deixei minha mão descansar na porta, que em seguida gemeu, abrindo-se. Ela olhou para mim assustada, depois seus olhos encontraram com os meus. Faiscantes. Houve uma pesada pausa, então ela se levantou e veio em minha direção. Dando-me um abraço, e um estalado beijo no pescoço. Puxou-me para dentro, e a porta se fechou. Mesmo sabendo que toda aquela proximidade não iria nos ajudar, eu queria ficar ali. Eu quero estar com ela. Quero deitar-me ao lado dela, e beijá-la, cariciá-la. Quero mais do que isso. Quero… Fazer tudo: beijá-la, tocá-la, chupá-la, lambe-la. Meu Deus… Onde meus pensamentos estão me levando? Que diabos, eu a quero tanto, quero satisfazê-la.

-Desculpe… Não queria atrapalhar.- quebrei aquele silêncio.

-Agradeço. Aqui estava ficando tedioso. Ficar sozinha é um saco.- ela sorriu. -Sente-se.- apontou para cama. – Deixe-me apenas retirar essa bagunça daí.- ela pegou um copo e saquinhos de bolachas vazios, e seguiu para o banheiro. Segundos depois ouve um impacto agudo, e um chiado de dor. Corri para o banheiro.

– O que ouve?- perguntei, ela me olhou com uma carinha… Havia cacos de vidro espalhados pela pia e em alguns cacos havia sangue. –Aonde se cortou?- procurei cortes em suas mãos, mais não havia nada. –Aonde, Camila?- Ela levantou um pouco a blusa mostrando o ventre. Havia um corte de um centímetro, e sangue.

-Está tudo bem!- ela fez uma careta.

-Certeza?- Ela precionou o corte com um pano. Olhei seus lábios. Seus olhos. Seus lábios. Seus olhos… E dei alguns passos para mais perto dela. Perto de mais. Sua boca tremeu, e ela balançou a cabeça, olhando meus lábios. Eu podia sentir aquele calor novamente. Aquela agitação. A urgência crescendo em mim. O tesão. Quereria que naquele momento ela perguntasse em meu ouvido, sussurrando, se eu estava com tesão. Como sempre me provacava. Como eu sentia falta daquilo. Eu estava louca para que ela me puxasse para si. Minha face estava em fogo, e olhando seus olhos brilharem intensamente, fiz alguns movimentos para aproximá-la mais de mim. Ela recuou contra a parede e a bancada da pia de mármore. Ela cortou um suspiro quando toquei em sua barriga. Eu hesitei por um momento. Então, toquei-a novamente. Como suspirei profundamente, ela abaixou a cabeça. Vire a cabeça, desejei febrilmente. Vire a cabeça e olhe para mim. Eu tentei levantar-lhe a cabeça, mais ela segurou-me pelos pulsos tão forte que doeu. Então ela fez. Passei um tempo avaliando sua tristeza, o desejo e o medo nos olhos dela. Machucamos-nos tanto, que aquele medo era esperado. As mãos que agarravam meus pulsos lentamente se afrouxaram, e ela me soltou. Aproximou-se de meu corpo, puxando-me para si, escondendo-se em meu cabelo. Eu a abracei sustentando praticamente todo o seu corpo. Consolando-a enquanto ela se esforçava para mascarar um choro. Então sua respiração foi cortada por um soluço, ou pelo menos, foi o que pareceu. Por fim, ela se afastou e esfregou o rosto com uma das mãos, evitando me olhar. E com a outra, escorregou-a pelo meu rosto, passando um dos dedos em meus lábios. Esperei por algo mais. Mais nada ela fez, comecei a recuar. Então, ela segurou meu rosto entre as mãos pressionando os lábios contra os meus ligeiramente, e, então, roçou a sua boca com a minha. Foi só um leve movimento da sua boca, mais eu senti nas entranhas. Como ela permaneceu parada, eu repeti o mesmo gesto. Transpiravamos o medo. Ela gemeu um pouquinho, quando suguei seus lábios. Absorvi sua respiração. Seus lábios eram surpreendentemente macios. Quando coloquei a pontinha da língua para fora e a lambi, ela se afastou bruscamente. Oh, que inferno, por que ela fez aquilo? Houve uma pausa muito longa. Aproximei-me dela novamente. No momento que minha boca fez contato com sua boca, meu corpo estremeceu. Ela não se afastou. Dessa vez fui mais cautelosa, passeando por sua boca com o mais sutil dos toques. Beijava-a com doçura e cuidado. O toque entre agente, embora suave e lento, foi suficiente para excitar-me violentamente. Então aconteceu: ela correspondeu ao beijo. Desta vez quando minha língua a acariciou, ela entreabriu os lábios, e sua própria língua encontro a minha, hábil e quente. Um lento giro teve inicio de sua parte… E, então, ela estava no interior da minha boca pressionando, procurando. Eu estava faminta por ela. Ela correspondeu mais do que eu esperava dela. Deus, como ela beijava bem. Como era gostosa a sensação de sentir sua boca contra a minha, seu corpo contra o meu. Aquela língua quente entrelaçando com a minha. Sentir a nossa respiração em nossos corpos saltarem. Ela parou e me olhou. Fechou os olhos sofrendo, confusa. –Não pare.- sussurrei. Ela abriu os olhos, em um sorriso terno. Comecei a percorrer seu braço de cima a baixo com as pontas dos dedos. Aquela pele macia. Ela seguiu os movimentos com os olhos, desconfiada. Acariciei lentamente, deixando que se acostumasse com meu toque, e para ter certeza que ela estava à vontade. Ela pousou a mão no meu pescoço, deslizando levemente até meu ombro. Meu corpo estremeceu por onde ela passou. Inclinou-se e pousou os lábios em meu ombro. Clavícula. E voltou para meu rosto, percorrendo sua lateral, até meu queixo, abaixando seus lábios sobre os meus e eu os beijei. Segurei sua mão, e olhei em seus olhos quando a levava através do quarto. Segurei sua blusa, tirando-a. Ela me impediu.

-Duda? – ouvi um suspiro. – O que está fazendo? Você sabe que é… –

-Eu sei. Apenas deixe-me fazer. Está bem?-

-Duda?- ela repetiu.

-O que foi? – disse.

-Acho que não devemos fazer isso. – ela disse. Eu sabia os motivos. Mais nem me importava. Eu apenas me importo com ela. E a quero do meu lado.

-Sou tão desagradável assim?- deixei cair os braços.

-Não. Eu… Eu apenas estou com medo. Medo por nós.-

-Eu sei. – disse desanimada.

-Apenas… –

-Camila. Eu não te entendo. Uma hora você me ignora, outra parece me querer tanto quando eu te quero. Se não deseja estar comigo, tudo bem. É só dizer não.–

-Não confunda meu jeito de ser com o que eu posso fazer. Te trato assim para não nos machucarmos. Eu te quero muito. Mais e os riscos que corremos estando juntas?!- disse me segurando novamente.

-Não importa. Apenas faça comigo o que tiver vontade. – eu disse. Os olhos dela faiscaram, e ela se manteve no mesmo lugar por facões de segundo. Enquanto ela me deitava na cama, contemplava meu corpo, ao tirar minha roupa. Uma ânsia erótica e profunda brilhava naqueles olhos, e eu tive a clara sensação de que ela fosse me comer viva, só que não fez nada além de se inclinar sobre mim. Mergulhou sobre mim metendo a língua na minha boca, enquanto as mãos se emaranhavam em meu cabelo. De repente ela parou e se afastou da minha boca. Tinha a face corada quando me olhou nos olhos. Então sorriu para mim. Fiquei surpresa em não saber o que fazer. Nunca havia visto aquela expressão em seu rosto. Ela tirou-lhe a blusa e o sutiã. Estendi a mão e rocei-lhe um mamilo. Movi o polegar de um lado para o outro sobre o bico do peito, fazendo-a delirar. Seus mamilos estavam rígidos. Tão pequenos e rosados. Lindo. Ela apertou os lábios e eu sorri de leve. Levantei meu corpo, e beijei-lhe a boca, depois desci para sua clavícula e agarrei um de seus seios. Ela jogou os cabelos para trás do ombro. Tirou minha calça e calcinha, enquanto suas coxas se separavam sobre os meus quadris. Estendi a mão, agarrando sua cintura, puxando-a para cima de mim. Seu corpo abaixou sobre o meu imediatamente sua boca pressionou a lateral do meu pescoço. Quando mordiscou ali, eu afundei a cabeça no travesseiro, expondo a lateral da minha garganta. Agarrou minha nuca, onde beijou e lambeu. Ela continuou a exploração com a boca, passando por entre os seios e descendo pela barriga. Parando ao chegar ao umbigo, entorno do qual sua língua traçou um pequeno circulo. Depois, deteve-se. Ela queria me matar? Prolongando assim… Eu iria morrer.

-Continue.- gemi. Voltou a beijar-me, até o alto da minha fenda. Eu mordi os lábios gemendo, um som retumbante em meu peito; então, inspirei com um chiado. Minha cabeça

desabou novamente no travesseiro, mais mantive um ângulo que me permitisse olhá-la. Minha respiração acelerou até que meus pulmões ardessem e meu coração disparou. Ela esfregou os próprios lábios como se imaginasse o ato. Vi que seus olhos estavam cravados em meus seios. – Beije-me Camila. Aí mesmo onde está olhando. Agora.- Ela beijou, lambeu, chupou-me, mordiscou. Ao sentir sua mão acariciando meu baixo ventre, eu já estava pronta para ela. Ela fez uma pausa, inclinando-se para beijar-me outra vez. Seus cabelos curtos esparramaram-se ao redor do meu rosto. Formando um agradável abrigo para nossos beijos. Beijou-me o pescoço e mexeu os quadris. Eu chiei de delicia. Enquanto definia meu corpo com as mãos, me olhava ansiosa.

-Você deve ser perfeita ai embaixo. – ela disse. Eu odiei a vergonha que me permeou.

-Eu acho você. – eu disse, deslizando a mão por todo seu corpo. Ela endireitou o corpo.

-Abra as pernas. Quero ver você. – sussurrou em meu ouvido. Eu corei nervosa. Ela sacudiu a cabeça. – Mostra pra mim, Duda.- Ela se estendeu na cama, passando os braços por baixo dos meus joelhos, dominando todo espaço entre minhas coxas, onde, devagar ergui um dos joelhos e fui me revelando aos poucos. Seu rosto se enterneceu. – Você é… Linda!- tocou-me o sexo com o dedo e isso bastou para eu quase ir à loucura. Ela se inclinou os ombros se projetando maciçamente. Eu sentir um roçar aveludado. Os lábios dela. Eu arquei o corpo sobre a cama e disse o nome dela, ela apenas beijou-me ali novamente. Então senti a úmida estocada de sua língua. Meu coração quase parou dentro do peito. Nossos olhos se encontraram. Ela se inclinou novamente. Eu me sentia extremamente envergonhada pelo que ela tava fazendo. Eu não estava preparada para aquilo. Que coisa idiota!

-Não.- eu disse.

-Tudo bem?- perguntou ela, a voz rouca abafada, as palavras vibraram em meu sexo.

-Por favor… Com a boca… Não.- foi a única coisa que me ocorreu como resposta. Ela recuou um pouco, e tudo que eu pude fazer foi olhar-lhe os lábios brilhantes e pensar onde tinham estado. Parte de mim queria mais daquilo que ela estava fazendo. A sensação era incrível, uma revelação. A única coisa boa que eu havia sentido desde… sempre. Só que eu não podia suportar vê-la fazendo aquilo, mesmo que fosse ela.

-Quero manter minha boca em você.- ela me olhou séria.

-Por favor… – disse novamente, deixando escapar um som rouco. Seus olhos se desviaram instantaneamente para os meus, ela praguejou.

-Tudo bem!- sua mão tocou o interior das minhas coxas, eu me desloquei para trás. Eu segurei sua mão, mantendo-a onde estava, antes que pudesse se afastar. Provocou-me com a boca em minha barriga, enlouquecendo-me. Estendeu-se em meu corpo, e começou a se mover. Lentamente a principio, depois com crescente urgência. Tomei-lhe o rosto entre as mãos e a beijei. Eu estava enlouquecendo quando ela se lançava mais e mais, seus peitos e quadris tão belos se movendo sobre de mim. Maravilhei-me com o balanço dos seus seios. Eu deixei escapar uns gemidos jogando a cabeça para trás. Eu fiquei sem fôlego. Deus, seus dedos eram macios como a pele de seus lábios. Seu corpo oscilava livremente sobre mim. Cada

impulso cravado em mim empurrava-me mais para a cabeceira da cama. Eu segurei os lençóis para manter-me no lugar. Apreciando e contemplando seu corpo balançando em cima do meu. Eu gosto disso… O corpo dela em cima do meu. Ela é macia e quente. Ela me deixou alterada. O orgasmo irrompeu minhas entranhas, atravessando-me com tamanha intensidade. As sensações duraram uma eternidade. Quando eu retornei á própria pele, dei-me conta de que ela estava imóvel, completamente paralisada sentada em meu colo, com o rosto tenso. – Eu machuquei você?- perguntou aflita. – Você gritou alto.- ela acariciou meu rosto.

-Não foi de dor.- minhas mãos pousaram suavemente sobre seus quadris, virando sobre a cama. Suspirando de alivio, ela desmontou-me. Eu estava ofegante e alucinada. Meus lábios se apertaram, minha língua abriu caminho enquanto ela se ajeitava na cama. Minha boca era cálida sofre a pele dela; muito cautelosamente, beijei o seu mamilo, e, só então, suguei-o. Eu o soltei, percorrendo um lânguido circulo ao redor, depois o tomei na boca. Durante todo tempo acariciei sua cintura, quadris e pernas.

-Cristo.- ela murmurou, quando movi para o outro seio. Ela agarrou meu cabelo aproximando-me de si. –Oh, Deus… Sua boca…- beijou-me com urgência.

-Eu poderia ficar te lambendo para sempre.- eu disse entre um beijo, e uma mordida em seus lábios.

-Oh… Droga, Duda…- ela respirava num ritmo frenético, irradiando calor. Ela se contorceu de baixo de mim um pouco, dando um jeito de abrir as pernas, de modo que eu fiquei apoiada no espaço entre elas. Quando olhei seu corpo, perdi o ritmo. Curvando-me para frente, apóie-me nos braços, aproximei-me de seu corpo sem tirar os olhos de sua pele secreta. Eu nunca havia visto algo assim. Quando terminei o percurso com os olhos, segurei suas coxas, afastando-as ainda mais.

-Você é tão delicada.- eu disse. Ela respirava com dificuldade e parecia febril. É perfeita. Estava completamente úmida entre as coxas. E por Deus, como é macia. Eu tinha de saber… Ela é deliciosa. Minha respiração era quente e sôfrega. A minha boca faminta e desesperada. Eu a explorei com uma compulsão erótica, lambendo-a, penetrando-a com a língua, chupando-a com os lábios. Sua respiração explodiu para fora do peito e ela tremeu. Quando seus quadris se elevaram, coloquei uma das mãos sobre a barriga dela, mantendo-a no lugar. Ela retorceu novamente, e eu me detive sem levantar a cabeça. Eu a explorava com a língua e com as mãos. Foi rápido para aprender o que a deixava loca, e, quando descobrir como lhe dar um orgasmo, foi desumano. Eu não parava. Eu a observei gozar uma, duas vezes… Muitas vezes. Como se eu me alimentasse do prazer dela. Era insaciável. Quando me afastei do corpo dela, sua face ainda estava vermelha de excitação. Eu mal podia respirar, mais podia continuar fazendo aquilo por horas. Eu a beijei, depois me sentei ao seu lado. Pousei as mãos suavemente em sua cintura, e fiz com que ela se virasse e deitasse de barriga para baixo. Deitei-me ao seu lado. Ela deitou-se de modo que suas pernas ficassem abertas, os braços largados de qualquer jeito, mais com o rosto voltado para mim. Sua respiração era um intenso bafejar em meu ouvido. Coloquei meu rosto próximo ao dela exalei sei hálito e perfume com estremecimento. Ela tentou falar, mais cada sílaba era entrecortada por sua respiração. Os lençóis estavam molhados, com uma combinação de suor e outras coisas que eu havia necessitado e arrancado dela. Olhei para ela. Estava tão bonita por entra os lençóis

emaranhados e travesseiros espalhados. A tremenda energia feminina se dissipou pelo quarto. Eu senti frio por um momento órfã do calor dela, então me aproximei ainda mais, deslizando as pontas do dedo, pelo pescoço, costa, bunda e coxas. Definindo a geografia de seu corpo.

-O que você fez comigo? – ela inspirou as palavras, sorrindo.

-Você gostou? – minha voz soou delicada. Ela me deu um selinho no canto dos lábios. Deus como meu coração era patético e frágil, acelerando rapidamente por qualquer movimento dela. Como ela é linda… As graciosas linhas de seu corpo será algo que eu jamais esquecerei.

 

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